Um do nove
Busque sempre o que te move
Passo a passo, locomove
Tenta um, tenta nove
Passar um, passar ela
Anos que vão
Anos que ela
Passo a passo, passarela
Caminhe aí
Alívio aqui
Saiba te
Que o desejo
Não mora mais
________________Aqui.
Expressar com palavras aquilo que possa ser dito. Sonhos e desejos reunidos. Textos, poesias, trechos de músicas e cotidiano.
Um do nove
Busque sempre o que te move
Passo a passo, locomove
Tenta um, tenta nove
Passar um, passar ela
Anos que vão
Anos que ela
Passo a passo, passarela
Caminhe aí
Alívio aqui
Saiba te
Que o desejo
Não mora mais
________________Aqui.
De volta ao mesmo ponto,
não nego que canso deste ciclo:
A procura, o abismo, o vago.
A procura, o abismo, o vago.Seus espaços são curtos, mas não sua imaginação
A cada dia se abre novas soleiras, novos mundos
São metros quadrados e outros quadrados e retângulos que ampliam seus horizontes
São vozes, sons, gestos e sorrisos marcados que denotam segurança, conforto.
Ela se agarra neste pequeno mundo. Nas pessoas e coisas em que se sente confortável.
Mas tem sede e quer agarrar o mundo com as mãos. Descobrir as palavras, os gostos.
Um mundo inteiro à sua volta. Inúmeras mãos pra te abraçar
E embarcar junto nessa descoberta de mundo que está longe de terminar
Acontece todos os dias, surpreendendo a todos.
Vamos!
E sobre a violência
Segunda-feira, durante a aula de ética, tivemos um pequeno embate sobre suicídio, o fato de os veículos não divulgarem números para não incentivar a população e a constante exposição de violência na mídia. Na turma estavam presentes alunos de vários cursos das áreas de Saúde e Humanas. O que me chamou a atenção e me levou a escrever sobre o assunto aqui no blog foi a reação de algumas pessoas sobre a constante exposição da violência, de uma forma geral, na televisão. Indagavam os alunos: “a mídia hoje ensina como fazer um seqüestro”, “eles mostram perfeitamente o funcionamento de uma arma”, “eles reproduziram perfeitamente como jogaram a menina do prédio em São Paulo”.
Todas as opiniões eram acompanhadas de achismos, distantes de embasamentos e pior, mal sabiam citar o caso que estavam citando, ou seja, falavam: “aquela moça lá de São Paulo”. Não sabiam do que estavam falando direito, mas reclamavam da forte exposição da violência na mídia.
Concordo em parte que mostramos violência demais e que as vezes dá para “espremer e tirar sangue” tamanha a violência exposta. Mas o que queriam aqueles alunos? Que a mídia mostrasse só finais felizes? Esse lado real e tão presente em nossas vidas fosse deixado de lado? É óbvio que existem outras pautas interessantes, mas se o mundo anda tão hostil e conturbado, não tem como deixar de lado este assunto. O que se pode mudar é a abordagem.
E sobre o fato de detalhar como foi feito um sequestro ou como foi o trajeto do avião que caiu em Goiânia, nada mais justo. É função da imprensa informar. A riqueza dos detalhes e o crescimento da tecnologia nos levaram a esse ponto. Novos programas que permitem uma reprodução fidedigna do real.
Talvez aqueles(as) colegas de classe estejam mais preocupadas com entretenimento na TV ou desconheçam a função de informar que a imprensa tem. Mudemos a abordagem sobre a violência, mas deixar de tocar no assunto, só quando o mundo estiver em paz.

Me deixe sim
Mas só se for
Pra ir ali
E pra voltar
Me deixe sim
Meu grão de amor
Mas nunca deixe
De me amar
Agora as noites são tão longas
No escuro eu penso em te encontrar
Me deixe só
Até a hora de voltar
Me esqueça sim
Pra não sofrer
Pra não chorar
Pra não sentir
Me esqueça sim
Que eu quero ver
Você tentar
Sem conseguir
A cama agora está tão fria
Ainda sinto seu calor
Me esqueça sim
Mas nunca esqueça o meu amor
É só você que vem
No meu cantar meu bem
É só pensar que vem
Lá ra ra rá
Me cobre mil telefonemas
Depois me cubra de paixão
Me pegue bem
Misture alma e coração
arnaldo antunes - grão de amor